Para entregar bem organizado e completo, eu dividiria em 6 partes.
Visão geral da arquitetura:
Área Interna Nomade
Área do Cliente/Clínica
Área de Freelancers
Área de Documentos, Políticas e Regras
Permissões de acesso
Fluxo geral da operação
Todas as páginas internas que só a Nomade deve ver:
diagnóstico, estratégia, campanhas, eixos, landing pages, UTMs, CRM, IA, auditorias, freelancers, financeiro interno, roadmap, decisões e riscos.
Todas as páginas que o cliente, dono, admin e equipe podem acessar:
painel, resultados, pendências, campanhas, landing pages, manuais, checklists, gargalos, recomendações, solicitações e aprovações.
Modelo completo para cada macro odontológica:
pesquisa, intenção, termos, hipótese, página, campanha, CTA, riscos, métricas, veredito e status.
Essa parte serve para padronizar os 16 eixos do Dr. Adonai e depois replicar em outras clínicas.
Regras formais:
decisão técnica da Nomade,
anti-achismo,
responsável único,
produção com freelancers,
uso obrigatório do CRM,
limites sobre ERP,
IA,
escopo incluso e não incluso,
reserva de implantação,
testes e ciclos de validação.
Como transformar tudo isso em páginas reais:
menus, hierarquia, permissões, campos, status, tabelas, fluxos, checklists, ordem de implantação e versão mínima viável.
Minha recomendação: 6 partes é o ideal. Dá para entregar com profundidade sem compactar demais e sem perder organização.